domingo, 11 de março de 2012

laranjinha kinzu









Nome comum Kinzu ou Mini-laranja
Nome científico Citrus ssp.
Folhas Sempre Verde
Clima + adaptável
Propagação Sementes
Floresce Sim
Frutifica Sim
Família Sapindaceae


Kumquat é o nome chinês (em dialecto cantonês), do fruto e da árvore com o nome científico de Fortunella japonica. A sua árvore não atinge grande altura, raramente atingindo mais de 1,5m de altura. É semelhante a uma pequena laranjeira.

O Kumquat é um pequeno fruto oval, de 2 a 5 cm de diâmetro, que quando está maduro é laranja-amarelado. É um fruto comestível.

Também apelidado de Kinkan, assemelha-se a uma pequena laranja, pouco maior que um ovo de codorniz.

De sabor adocicado e ácido, pode-se comer com a casca.

Muito apreciado na confecção de doces e compotas. Também é utilizado em produtos cosméticos e de beleza.  

 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

jasmin




Gardenia jasminoides J. Ellis

Nomes Populares :
gardênia, jasmim do cabo
Família :
Família Rubiaceae
Origem:
Originário da China.

Descrição:
Arbusto de médio porte, até 2,0m de altura, forma arredondada, folhas coriáceas e brilhantes na página de cima.
Flores grandes, brancas e perfumadas, principalmente no fim da tarde.
Florescimento na primavera.
Pode ser cultivado em qualquer tipo de clima, mas floresce mais abundantemente em climas temperados.

Modo de cultivo:
Necessita sol e solo fértil, composição mais ácida e bem drenado.
A adição de composto orgânico com cascas de árvores decompostas no plantio e adubação com adubo granulado fórmula NPK 10-10-10 no meio do outono garantirá uma floração esplêndida na primavera.
Seu crescimento pode ser controlado por podas, feitos no final do verão, para não prejudicar a floração.
Pode ser cultivado em vasos, desde que sejam grandes.

Paisagismo:
Usado para composição de conjuntos verdes ou com folhagens variegadas como o Cróton(Codieum), garantem um efeito ornamental muito bonito.
Pessoas alérgicas podem ter problemas, então não se recomenda o plantio junto a dormitórios.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

ipê rosa



Nome Técnico:
Tabebuia impetiginosa Stand.
Sin.: Tecoma impetiginosa Mart., Tabebuia plameri R.,entre outras.
Nomes Populares :
Ipê rosa, ipê-bola, ipê-preto
Família :
Angiospermae – Família Bignoniaceae
Origem:
Nativa brasileira

Descrição:


Árvore decídua, de porte até 12,0 m, tronco largo até 90 cm de diâmetro e folhas compostas de 5 folíolos coriáceos e pubescentes.
As flores são campanuladas e reunidas em racemo tipo bola.


Floresce a partir de maio em algumas regiões e as flores surgem com a árvore despida de folhas.


Modo de cultivo:
Necessita de sol e adapta-se a qualquer tipo de solo.
Adquirir muda bem formada em viveiro, que venha com tutor para melhor desenvolvimento.
Plantar a muda em cova com o dobro do tamanho do torrão, adicionando fertilizante orgânico ou composto vegetal adicionando cerca de 200 gramas de adubo granulado NPK, formulação 10-10-10.
As regas no plantio e depois em até 10 dias posteriores poderão garantir sua sobrevivência.

Paisagismo:
Adapta-se a cultivo em todas as regiões do país, inclusive litorâneas e ocorre desde os Estados do Piauí até São Paulo.
Para paisagismo urbano é indicada para áreas de parques e canteiros centrais de avenidas.
Jardins residenciais e condominiais que têm piscina deverão evitar seu cultivo, pois as folhas que caem poderão trazer problemas de manutenção.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012



Nome Técnico:
Camellia japonica L.
Sin.:Thea japonica (L.) Baill.
Nomes Populares :
Camelia
Família :
Angiospermae – Família Theaceae
Origem:
Originária da Ásia

Descrição:
Planta arbustiva ou árvore de lento crescimento pode atingir até 6,0 metros de altura, de folhagem perene, com folhas ovais brilhantes e coriáceas de bordas denteadas.
As flores podem se apresentar inseridas nas axilas das folhas, de formato simples ou com muitas pétalas, nas cores branca, rosa, vermelha e variegadas de branco e rosa.
O florescimento se inicia no outono e inverno ocorrendo durante muitos meses.
Podem ser cultivadas em quase todo o país, menos em lugares muito ao norte, de clima mais tropical.

Cultivo:
Local de plantio ensolarado, mas em regiões de sol muito quente e forte pode ser cultivada à meia sombra.
O solo deve ser fértil, profundo e bem drenado com pH entre neutro a levemente ácido.
Preparar a cova de plantio duas vezes o tamanho do torrão.
Garantir a drenagem com areia de construção, misturando no fundo com a terra.
Colocar adubo animal curtido de gado ou aves, cerca de 1 litro por muda de tamanho padrão ( altura de 1,20 a 1,80 m), misturando com composto orgânico.
Colocar a muda, soltando a terra das laterais do torrão para melhor desenvolvimento das raízes.
Adicionar o composto orgânico até preencher o espaço, apertar a terra junto da muda e regar.
Se a planta é proveniente de viveiro por vezes já vem com tutor, senão poderá colocar um antes do plantio, fazendo um amarrado em oito para não estrangular a planta.
Regar bem durante uma semana ou mais para que a muda possa sobreviver.
A melhor época de plantio é no final do outono ou na estação das chuvas.
As adubações posteriores poderão ser feitas com a adição de composto orgânico, adubo animal curtido e adubo granulado NPK de formulação 4-14-8, antes da floração do inverno e depois que diminuir a quantidade de flores e a planta iniciar seu crescimento vegetativo.
Se estiver plantada no chão, fazer um pequeno valo ao redor da projeção da copa da planta e colocar esta mistura, regando a seguir.

Propagação e Mudas:
Para fazer mudas de camélia é preciso esperar a primavera, quando a planta está crescendo.
Retirar pequenos ramos da ponta ou do meio e colocar para enraizar em substrato tipo areia ou casca de arroz carbonizada, mantidas úmidas e à sombra.
Os ramos da ponta produzem flores em 3 a 4 anos enquanto os do meio levam mais tempo.
Usar hormônio de enraizamento para garantir a emissão mais rápida de raízes, o que poderá ocorrer entre 6 a 12 semanas com temperaturas entre 12 e 20 ºC.

Ambiente e uso decorativo:
É uma planta que durante muito tempo ornamentou os jardins.
Passou por um tempo esquecida mas agora está sendo muito solicitada nos viveiristas.
Sua produção intensa e prolongada de flores é uma garantia de cor em meio à folhagem verde dos jardins.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

buxinho








Nome Técnico:
Buxus sempervirens L.
Sin.: Buxus arborescens Mill., Buxus myrifolia Lam., Buxus suffruticosa Mill..
Nomes Populares :
Buxinho
Família :
Família Buxaceae
Origem:
Originário do Mediterrâneo e Ásia

Descrição:
Árvore ou arbusto lenhoso, de folhas perenes, podendo atingir 5,0 metros de altura, mas que é mantido podado para cercas-vivas, quebra-ventos e plantas solitárias topiadas.
As folhas são pequenas, ovais, arredondadas, verde-escuras na página de cima e verde-claras na ínferior.
Ele floresce, mas com as podas frequentes e por serem insignificantes, poderão passar desapercebidas.

Modo de Cultivo:
É uma planta que aprecia locais ensolarados, mas que tolera a sombra durante uma parte do dia.
Aprecia solos argilosos, com bom teor de matéria orgânica.
Para plantas cultivadas no chão, abrir uma cova o dobro do torrão.
Colocar no fundo uma camada de areia de construção para garantir a frenagem.
Acrescentar uma mistura feita de adubo animal de curral bem curtido, cerca de 1 litro com composto orgânico de folhas, mais 100 gramas de farinha de ossos, misturando bem.
Colocar o torrão, completar as laterais com a mistura e por último adicionar a terra que retirou-se do buraco.
Regar. Pelos próximos 10 dias regar todos os dias em que não houver chuvas para garantir que a muda sobreviva.
Em geral já se adquire a muda topiada quase sempre na forma arredondada.

Para manter o visual compacto, a poda dos ramos de ponteiro deverá ser frequente, propiciando mais brotações laterais para tornar o arbusto bem ramificado ficando com a copa bem fechada.
As podas dos ramos para o interior da copa devem ser feitas com cuidado. Ao cortar, deixar as gemas da parte externa na ponta, assim os novos raminhos crescerão para fora.
´Se a planta for mantida topiada, a poda deverá ser frequente para que não perca a forma.
Adubação:
A cada 3 meses realizar adubação com adubo granulado NPK formulação 10-10-10, misturado ao solo do canteiro, regando a seguir para que o adubo se dissolva e atinja as raízes.

Pragas comuns:
A planta costuma ser atacada por tripes, ficar atento às folhas, se aparecerem enrugadas junto às nervuras e enrolarem procurar os insetos, que são escuros e minúsculos.
Para tratamento aplicar um defensivo verde feito de chá de alamanda ( Allamanda) ou óleo de nim diluído em água conforme as instruções da embalagem.
As folhas do buxinho são tóxicas, ao manusear e podar a plantar é conveniente usar luvas.

Paisagismo:
Uma das plantas mais utilizadas em paisagismo, desde os tempos antigos.
Nos jardins estilo francês e italiano, o buxinho sempre está presente, na forma de cercas-vivas em sebes aparadas formando desenhos geométricos perfeitos, em topiarias lembrando formas animais e humanas e na tradicional forma de bola, muito usada no paisagismo brasileiro.
É uma planta que resiste bem ao clima frio mas também pode ser cultivada em climas mais quentes com sucesso.
Devemos cuidar, no entanto, ao projetar um jardim, em não usar em excesso plantas topiadas.
Chama bastante a atenção uma planta topiada, mas focar a atenção do jardim em somente suas formas é um erro frequente.
Ela faz parte do jardim num conjunto harmônico, elaborado e estudado para ser único e com foco de interesse em uma planta estrutural, colorida ou mesmo verde e que será a estrela do espaço.
Produção comercial do Buxus:

É uma planta de fácil propagação. Usar ramos novos de ponteiro, retirandose parcialmente as folhas da base, deixando de 3 a 5 nós.
Colocar em substrato do tipo casca de arroz carbnizada, areia misturada com composto orgânico ou vermiculita, mantendo-se úmidade para facilitar o enraizamento.
Pode-se cobrir com plástico transparente e deixar à sombra em cultivo protegido.
Quando notar emissão de folhas a estaca estará enraizada.
Colocar em recipiente para cultivo, podendo ser saco plástico, vasinho ou balde mole.
O substrato de cultivo deverá ser uma mistura de composto orgânico de folhas ou turfa, adubo animal de curral bem curtido e areia, em partes iguais.
Após o plantio regar e por uma semana regar todos os dias para garantir que a muda sobreviva.
Manter em cultivo protegido com sombremento de 50% por pelo menos 6 meses.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

junipero chinês





Nome Técnico:
Juniperus chinensis L.
Sin.: Juniperus sheppardii (Veitch) Van Melle
Nomes Populares :
cipreste kaizuka. junípero kaisuka
Família :
Família Cupressaceae
Origem:
Originária da china e do Japão.

Descrição:
Conífera de até 6,0 metros de altura.
De forma colunar, tronco marrom acinzentado com fissuras longitudinais soltando finas cascas em forma de escamas, de folhagem verde escura, ramos dispostos de forma vertical e folhas em escamas.
É uma planta dióica, (raramente monóica) , que quer dizer que apresenta flores femininas e masculinas em plantas diferentes.
As flores masculinas são pequenos cones amarelos elípticos que contém o pólen, sendo que as femininas formam frutos arredondados.
Pode apresentar mais de um tronco e alguns tem a forma retorcida, mais um efeito interessante para o paisagismo.

Modo de cultivo :
Excelente para lugares ensolarados de clima mais frio, mas pode tolerar climas amenos e litorâneos, não sendo indicada para zonas tropicais do país.
Não é exigente na fertilidade do solo, mas prefere solo mais ácido, bem drenado, então para o plantio recomendamos a adição de composto orgânico de folhas e adubo animal na cova, que deverá ser realizado no inverno para ter sucesso.

Paisagismo:
Muito cultivado em jardins temáticos estilo oriental e italianos, sua forma colunar dá o toque estrutural ao projeto.
Pode ser cultivado em maciços com outras coníferas de menor porte e com coloridos diferentes ou mesmo colocado com arbusto verdes e floríferos, sobre gramados, formando conjuntos ou renques em entradas de propriedades.

sábado, 4 de fevereiro de 2012








Nome Técnico:
Eugenia uniflora L.
Nomes Populares :
Pitangueira, pitanga, pitanga-do-mato
Família :
Angiospermae – Familia Myrtaceae
Origem:
Nativa brasileira, ocorre desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul

Descrição:
Árvore de porte até 12,0 metros de altura, copa com forma piramidal, folhas pequenas ovais acuminadas, coriáceas e brilhantes, perfumadas.


O tronco é tortuoso e muito ramificado.
As flores são brancas, com numerosos estames, atraindo abelhas.
Os frutos que surgem são do tipo drupa carnosa de polpa doce e casca vermelha quando madura, apreciados por todos, de humanos a pássaros e animais selvagens.
É uma planta recomendada para plantio em locais de reflorestamento e áreas degradadas.

Floresce na primavera e os frutos ocorrem até o final do verão, conforme a região.

Modo de Cultivo :
É uma planta muito cultivada em pomares domésticos e pode ser cultivada no litoral.
Apenas deverá ser protegida dos ventos fortes, que derrubam as flores, diminuindo a frutificação.
Necessita de sol e não é exigente em fertilidade, mas aprecia algum teor de umidade.
Quando for plantar, abra a cova o dobro do tamanho do torrão, coloque no fundo adubo animal de curral bem curtido, cerca de 1 a 2 kg/cova ou cama de aves, metade deste valor. Coloque composto orgânico e misture bem, regando bem antes de colocar o torrão.
Ao redor deste preencha com composto orgânico e regue bem nos próximos 10 dias.
A melhor época de plantio é no inverno ou para os estados mais ao norte quando estiver na estação das chuvas.
Anualmente deverá adubar no inverno, com a mesma mistura recomendada para plantio, regando bem depois.

Manutenção no cultivo:
A manutenção para esta planta limita-se ao controle de crescimento de ramos fora da forma da planta.


Severa atenção para o aparecimento de formigas no tronco, examinar então as folhas, atrás de cochonilhas que atacam a planta seriamente.
Usar óleo de nim em aplicações sucessivas com intervalo de 3 dias.
Não aplicar ao sol nem antes de chuva.
O óleo de nim é comercializado em agropecuárias, deverá ser diluído na quantidada recomendada pelo fabricante, colocada em aspersor e aplicada diretamente sobre os insetos.
A formiga deverá ser controlada por iscas atrativas, senão o esforço de nada adiantará.

Reprodução ou propagação da Pitangueira
A propagação poderá ser feita por sementes, colocando-se cada uma em recipiente individual, saco ou tubete, com substrato de terra misturada a composto orgânico ou substrato organo-mineral, mantido úmido e em cultivo protegido.
A emergência ocorre cerca de 50 dias após, dependendo da região.
A planta não se desenvolve muito rápido e deverá permanecer em viveiro por algum tempo, em cultivo ao sol.

Consumo e paisagismo:

Os frutos são consumidos in natura ou na forma de sucos.
As folhas e os frutos têm propriedades medicinais comprovadas para combater diarréias e males estomacais.
No paisagismo produtivo, um dos itens para jardins sustentáveis, a pitangueira tem lugar de destaque.
A produção de estacas de ramos enraizadas e plantadas em vasos tem atraído paisagistas e consumidores que desejam uma frutífera produtiva para locais pequenos, terraços e sacadas. O mercado tem demanda mas a produção é pequena.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

JABUTICABEIRA




Nome Técnico: 
Myrcia cauliflora Berg. 
Sin.: Myrciaria cauliflora (Mart.) O. Berg. ou Plinia trunciflora (O. Berg) Kausel 


Nomes Populares : 
Jabuticabeira, pé de jabuticaba, jaboticabeira 
Família : 
Família Myrtaceae 
Origem: 
Nativa do Brasil, da Mata Atlântica. 


Descrição: 
Árvore de 3 até 15,0 m de altura, tronco claro, muito ramificada, folhas pequenas ovais opostas e lanceoladas. 
Flores pequenas e brancas que surgem diretamente no tronco e nos ramos e que atraem insetos. 
Os frutos que se seguem são globosos, de tamanho variável entre 1,5 e 2,9 cm de diâmetro na cor roxa, mas também verde ou rosado. 
De polpa branca, adocicada com até 4 sementes. 


Modo de Cultivo : 
A jabuticabeira é uma árvore de clima tropical ou subtropical úmido. 
Não suporta seca prolongada nem geadas. 
Regiões onde as chuvas são poucas ou irregulares será preciso regar a planta ou fazer irrigação controlada no pomar. 
Podem ser cultivadas desde o Rio Grande do Sul (média de 20 ºC) até o Pará (30 ºC). 
Não aprecia regiões de ventos fortes, então nos plantios comerciais são usados quebra- ventos. 
O solo de cultivo melhor é o sílico-argiloso de pH 6,5 a 7,0, fértil, bem drenado e boa umidade. 


Plantio e Adubação : 
Para plantar, fazer uma cova maior que o torrão e colocar água no fundo, bem como areia para garantir a drenagem. 
Colocar 2 – 5 litros de adubo animal curtido misturado a um pouco de húmus de minhoca, que tem o pH ideal para esta planta. 
Plantar e não esquecer de que a muda deve ficar ao nível do solo, não cobrindo seu tronco mais do que estava no recipeinte em que veio. 
Os tratos culturais consistem em retirar ramos secos e aqueles que tendem a entrar para o meio da copa, fechando-a, diminuindo assim a luz no seu interior com a consequência de menor florescimento posterior. 
Adubar todos os anos no inverno para os estados do sul e no período das chuvas para os demais. 
Adicionar adubo animal curtido e adubo NPK na projeção de sua copa, num sulco feito ao redor da planta. 
Não esquecer de regar bem. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

caliandra







Nome botanico:
Calliandra brevipes Benth.
Nomes Populares :
Caliandra, quebra-foice, esponjinha
Família :
Angiospermae – Família Mimosoideae
Origem:
Nativa brasileira

Descrição:
Planta arbustiva muito ramificada, de ramos finos e que pode chegar a 1,0 m de altura se não controlado por podas.


As folhas são compostas, paripinadas com folíolos bem pequenos, dando às folhas o aspecto de uma pena de ave.
As flores são bem pequenas, com estames longos de cor rosa, vermelho ou branco, reunidas em inflorescência.
A aparência da inflorescência é de um pompom.

Floresce da primavera ao fim do verão e pode ser cultivada em todo o país.
Em regiões de calor mais ameno tem uma floração abundante.

Modo de Cultivo:
É de fácil cultivo e necessita de sol, solo permeável e rico em matéria orgânica.
Plantio:
Abrir uma cavidade maior que o torrão a ser plantado.
Fazer uma combinação de adubo animal curtido, cerca de 1 a 2 kg/muda com composto orgânico ou húmus de minhoca e 100 gramas de farinha de ossos.
Colocar uma parte no fundo do buraco, acomodar o torrão e completar com a mistura.
Regar bem.
Regar bastante nos próximos dias em que não chover e depois espaçar as regas.

Propagação:
Para fazer a propagação da caliandra poderemos usar a técnica da estaquia, com a retirada de ponteiros de ramos, quando da poda de inverno.
Colocar em areia úmida ou casca de arroz carbonizada, cobrindo com plástico até o enraizamento.
Notará que enraizou quando iniciar a emissão de folhas novas.
Também poderemos usar o método das sementeiras, recolhendo as sementes e colocando em terra comum de canteiro misturada com areia, mantendo este substrato úmido e coberto até a emergência.
O transplante será feito quando a plantinha tiver umas 6 folhinhas.
Usar a mesma mistura recomendada para plantio, colocando em vasos ou sacos de cultivo.

Paisagismo e uso decorativo:

É uma planta nativa, nos campos existem exemplares espontâneos.
Seu uso como cerca - viva para propriedades rurais encantou paisagistas que a trouxeram para a cidade para ornamentar praças e parques públicos.
Na arborização de canteiros centrais em avenidas e nas calçadas também é muito empregue.
Para jardins de condomínio, poderá ser colocada na separação de ambientes e para áreas empresariais é bem-vinda também, pois a única manutenção é alguma poda anual no inverno para dimensionar seu tamanho.


PINGO DE OURO



Nome Científico: Duranta repens aurea 
Nome Popular: Pingo-de-ouro, duranta, violeteira-dourada, violeteira 
Família: Verbenaceae 
Divisão: Angiospermae 
Origem: Brasil 
Ciclo de Vida: Perene 
Este arbusto de folhas douradas surgiu através de uma mutação da violeteira. 
Sua popularização foi um verdadeiro fenômeno no paisagismo brasileiro. O pingo-de-ouro, ao contrário de outros arbustos tradicionais, tem um crescimento muito rápido, o que aliado à sua coloração exuberante foram os grandes responsáveis pela sua larga utilização. É uma planta excelente para topiaria, principalmente para os iniciantes. Além disso presta-se como bordadura, cerca viva, renque e até mesmo para a formação de bonsai. 
Não é indicada para jardins de baixa manutenção, pois exige podas mais frequentes que outros arbustos. Quando não podado produz pequenas flores arroxeadas, róseas ou brancas e frutos esféricos, pequenos e amarelos, além disso suas folhas perdem um pouco a tonalidade dourada. 
Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não é tolerante à seca. Tolera o frio e as geadas. Multiplica-se por estaquia e mais raramente por sementes, já que estas podem originar pingos-de-ouro e violeteiras. Requer podas de formação e manutenção freqüentes, utilize sempre luvas para manipular esta planta, pois os ramos podem ser espinhentos. 


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

bonsai de graviola



GRAVIOLA: A graviola ou pinha da Guiné-Bissau (Annona muricata)
é uma planta originária das Antilhas, onde se encontra em estado silvestre.
 Veja um close do fruto e folha:

veludo do campo

começa aqui as matérias sobre as frutiferas nativas desconhecidas

Vai abaixo bonsai de veludo do campo frutífera nativa do cerrado e
que hoje praticamente não se vê mais